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O início do mundo incerto

A ordem multilateral acabou há um tempo, mas ainda vivíamos em sua inércia. Agora estamos vivendo em um mundo em que ela claramente não consegue controlar o comportamento dos atores internacionais, mas estes ainda não sabem quais são os limites de uma atuação unilateral. Historicamente momentos como estes foram bem tumultuados e geraram guerras intensas. O diálogo unilateral parece ser o caminho que temos para evitar isso tudo.

Os chineses, o setor elétrico, a tecnologia… e o Brasil

O apetite dos chineses pelo setor elétrico brasileiro, e pelo Brasil, já não é nenhuma novidade. Com os trilhões de dólares de que dispõem para investir no exterior, já há algum tempo nos tornamos um dos pontos focais do interesse deles. Haja vista a que no período de 2014 a 2017 o Brasil tornou-se o segundo maior destino dos investimentos sínicos (com s…) em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

O Brasil sem os BRICS é um país isolado

Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul formam o grupo conhecido por BRICS. Não se trata apenas da junção de um conjunto de países com relevo no cenário internacional, mais do que isso, formam um importante elemento que pode impactar na estrutura do cenário internacional.

A energia, o Brasil, a China… e o planeta

A notícia de que a empresa estatal chinesa “State Power Investment Corporation Overseas – Pacific Hydro” / Spíc venceu o leilão da usina hidrelétrica de São Simão, que fica na fronteira de Goiás e Minas Gerais, confirma o crescente interesse dos chineses pelo nosso setor de energia. Por esta transação ela pagou US$ 2,25 bilhões, e já anunciou que planeja continuar investindo igualmente nas áreas de energia eólica e solar.