ISSN 2674-8053

Relação triangular entre Estados Unidos, Taiwan e China no início de governo do Joe Biden

Alison Cordeiro Sousa – Aluno do curso de Relações Internacionais e Pesquisador do Núcleo de Estudos em Negócios Asiáticos (NENA/ESPM)

República da China (RDC) ou Taiwan, é uma ilha localizada a 200 km da República Popular da China (RPC), com governo independente e sendo reconhecida como um país por 20 nações no mundo (BARBOSA, JUNIOR e SATUR, 2016). A RPC, observa a ilha, como uma província rebelde que faz parte de seu território, segundo Ivanov (2022). A ocupação da Rússia na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, com tacit support da China à invasão russa, sustentou no sistema internacional, especulações sobre as intenções de Pequim com Taiwan (YEUNG, GAN e JIANG, 2022). Por exemplo, Tadeu (2022) afirma que a abstenção da China na votação no conselho de segurança da Organizações das Nações Unidas (ONU) na resolução de crítica ao país russo, levantou preocupações no mundo sobre a possibilidade de a China lançar um ataque a ilha.

Ao longo dos últimos anos, a tensão entre Estados Unidos e China por Taiwan vem acelerando, e este artigo tem o propósito de mostrar de como as perturbações vem se elevando cada vez mais, desde o início de governo de Joe Biden. Com a recente ida à RDC, da Nancy Pelosi, presidente da câmara dos deputados dos Estados Unidos, a China observa isso como uma ação de energizar mais as tensões com Taiwan, em ameaçar a paz e a estabilidade do Estreito da ilha (BARBOSA, JUNIOR e SATUR, 2016). Ou seja, os chineses que afirmam a existência de uma única China na região, miram esse ato como uma infração à sua soberania. Por outro lado, o congresso americano honra o seu compromisso de apoiar a democracia vibrante de Taiwan.

Segundo os autores Goldstein e Schriver (2001), outro fator que contribui para as tensões, são as legislações vigentes nos países. Dessa forma, a lei de antissecessão promulgada em 2005 pelo presidente Hu Jintao, estabelece medidas não pacificas para reprimir Taiwan, em caso de tentativa de separação ou independência da ilha (MINISTRY OF FOREIGN AFFAIRS OF THE PEOPLE’S REPUBLIC OF CHINA, 2005). E nos Estados Unidos, Taiwan Relations Act, mostra que o país reconhece só uma China, ou seja, Taiwan não pode ser um país independente, mas a República Popular da China não pode ameaçar ou tomar a força militarmente à ilha (UNITED STATES CONGRESS, 1979). E para evitar, os EUA se comprometem apoiar politicamente e militarmente Taiwan, que tem em média mais de 60% da população desejando manter o status quo do Estado, ou seja, consideram-se independente da China (STATISTA, 2022).

Taiwan Relations Act evidencia o apoio americano nos investimentos da República da China (RDC) em frotas de submarinos ou instrumentos militares com tecnologia de ponta, para reforçar ainda mais suas capacidades de segurança militar na região. A instalação de 8 novos submarinos se iniciou na cidade portuária de Kaohsiung, previstos para realizar testes no mar a partir de 2025 (LENDON, 2020). Desde 2019, Taiwan adquire cerca de US$15 bilhões de equipamentos militares enviado pelo EUA (HARRIS, 2022). Incluindo dezenas de caças F-16, tanques M1A2T, misseis antiaéreos, Stinger portáteis etc. Isto é, uma forma dos EUA apoiarem militarmente Taiwan, contra as constantes ameaças chinesas.

Em 30 de maio de 2022, China realizou exercícios militares no espaço aéreo na ilha taiwanesa com 30 aeronaves, entre eles, 22 caças. E no dia seguinte, os EUA anunciaram um plano de cooperação entre a guarda nacional americana e as forças militares de Taiwan (DELGADO, 2022). A China alega que a ilha faz parte de seu território e que tem a soberania sobre a ilha. Por outro lado, Taiwan acusa Pequim de realizar testes propositais dentro de seu espaço aéreo. E Biden se mantém firme em seus discursos declarando que está disposto a responder militarmente na região em caso de invasão da China a Taiwan, manifestação que foi realizada em conjunto Fumio Kishida, primeiro-ministro japonês, na região metropolitana de Tóquio (LIPTAK e JUDD, 2022).

Embora a Casa Branca tenha rapidamente minimizado os comentários de Biden em não enviar soldados caso a China tente retomar Taiwan (COSTA, 2022), para Yeung, Gan e Jiang (2022), nenhum outro país está tão profundamente entrelaçado na disputa quanto os EUA, que tem uma história embaraçada com ambos os lados e a muito tempo trilhou um delicado caminho intermediário. O que faz com que cada vez mais a tensão se amplie entre os países.

Tian (2022) afirma que a China tem aumentado o seu gasto militar em 7,1%, ultrapassando o crescimento econômico mais lento, em torno de 5,5%, incluindo uma queda no vasto setor imobiliário do país e um consumo sem brilho. Isso mostra que o país pode estar se preparando para uma ação ofensiva militar contra Taiwan. E elevando sua capacidade militar, visto que os EUA apoiam militarmente a ilha. É difícil relatar se definitivamente terá um conflito em curto ou longo prazo. Mas, é fato que cada vez mais as tensões entre China, Estados Unidos e Taiwan, vem aumentando no governo do Joe Biden.

Bibliografia

BARBOSA, Vinícius A.; JUNIOR, Augusto W. M. T.; SATUR, Roberto V. Quem se importa com Taiwan?, Paraíba, 2016. 2-12. Disponível em: <http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/191>. Acesso em: 20 Setembro 2022.

COSTA, Cristyan. Casa Branca corrige fala de Biden sobre intervenção militar em Taiwan, Maio 2022. Disponível em: <https://revistaoeste.com/mundo/casa-branca-corrige-fala-de-biden-sobre-intervencao-militar-em-taiwan/>. Acesso em: 1 Junho 2022.

DELGADO, Inês. Militares de Taiwan anunciam acordo de “cooperação” com a Guarda Nacional dos EUA, Porto, 2022. Disponível em: <https://www.revistaport.com/militares-de-taiwan-anunciam-acordo-de-cooperacao-com-a-guarda-nacional-dos-eua/>. Acesso em: 25 Agosto 2022.

GOLDSTEIN, Steven M.; SCHRIVER, Randall. An Uncertain Relationship: The United States, Taiwan and the Taiwan Relations Act, Cambridge, Agosto 2001. 147-172. Acesso em: 21 Setembro 2022.

HARRIS, Bryant. Document reveals $14 billion backlog of US defense transfers to Taiwan, 14 Abril 2022. Disponível em: <https://www.defensenews.com/pentagon/2022/04/14/pandemic-delays-spark-14-billion-backlog-of-us-defense-transfers-to-taiwan/>. Acesso em: 1 Junho 2022.

IVANOV, VLADIMIR. Rebel island: Is China once again ready to resolve the “Taiwan question” by force?, Moscou, 19 Abril 2022. Disponível em: <http://www.msk-post.com/in_world/rebel_island_is_china_once_again_ready_to_resolve_the_taiwan_question_by_force33241/>. Acesso em: 1 Junho 2022.

LENDON, Brad. Taiwan investe em submarinos de última geração para afastar ameaça chinesa, 20 Dezembro 2020. Disponível em: <https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/taiwan-investe-em-submarinos-de-ultima-geracao-para-afastar-ameaca-chinesa/>. Acesso em: 27 Maio 2022.

LIPTAK, Kevin; JUDD, DJ. Biden diz estar disposto a “responder militarmente” se a China invadir Taiwan, 23 Maio 2022. Disponível em: <https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/biden-diz-estar-disposto-a-responder-militarmente-se-a-china-invadir-taiwan/>. Acesso em: 1 Junho 2022.

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TADEU, Vinícius. Brasil e 10 países votam por resolução crítica à Rússia na ONU; China se abstém, 25 Fevereiro 2022. Disponível em: <https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/brasil-e-10-paises-votam-por-resolucao-critica-a-russia-na-onu-china-se-abstem/>. Acesso em: 1 Junho 2022.

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Relação triangular entre Estados Unidos, Taiwan e China no início de governo do Joe Biden

Alison Cordeiro Sousa – Aluno do curso de Relações Internacionais e Pesquisador do Núcleo de Estudos em Negócios Asiáticos (NENA/ESPM)

República da China (RDC) ou Taiwan, é uma ilha localizada a 200 km da República Popular da China (RPC), com governo independente e sendo reconhecida como um país por 20 nações no mundo (BARBOSA, JUNIOR e SATUR, 2016). A RPC, observa a ilha, como uma província rebelde que faz parte de seu território, segundo Ivanov (2022). A ocupação da Rússia na Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, com tacit support da China à invasão russa, sustentou no sistema internacional, especulações sobre as intenções de Pequim com Taiwan (YEUNG, GAN e JIANG, 2022). Por exemplo, Tadeu (2022) afirma que a abstenção da China na votação no conselho de segurança da Organizações das Nações Unidas (ONU) na resolução de crítica ao país russo, levantou preocupações no mundo sobre a possibilidade de a China lançar um ataque a ilha.

Ao longo dos últimos anos, a tensão entre Estados Unidos e China por Taiwan vem acelerando, e este artigo tem o propósito de mostrar de como as perturbações vem se elevando cada vez mais, desde o início de governo de Joe Biden. Com a recente ida à RDC, da Nancy Pelosi, presidente da câmara dos deputados dos Estados Unidos, a China observa isso como uma ação de energizar mais as tensões com Taiwan, em ameaçar a paz e a estabilidade do Estreito da ilha (BARBOSA, JUNIOR e SATUR, 2016). Ou seja, os chineses que afirmam a existência de uma única China na região, miram esse ato como uma infração à sua soberania. Por outro lado, o congresso americano honra o seu compromisso de apoiar a democracia vibrante de Taiwan.

Segundo os autores Goldstein e Schriver (2001), outro fator que contribui para as tensões, são as legislações vigentes nos países. Dessa forma, a lei de antissecessão promulgada em 2005 pelo presidente Hu Jintao, estabelece medidas não pacificas para reprimir Taiwan, em caso de tentativa de separação ou independência da ilha (MINISTRY OF FOREIGN AFFAIRS OF THE PEOPLE’S REPUBLIC OF CHINA, 2005). E nos Estados Unidos, Taiwan Relations Act, mostra que o país reconhece só uma China, ou seja, Taiwan não pode ser um país independente, mas a República Popular da China não pode ameaçar ou tomar a força militarmente à ilha (UNITED STATES CONGRESS, 1979). E para evitar, os EUA se comprometem apoiar politicamente e militarmente Taiwan, que tem em média mais de 60% da população desejando manter o status quo do Estado, ou seja, consideram-se independente da China (STATISTA, 2022).

Taiwan Relations Act evidencia o apoio americano nos investimentos da República da China (RDC) em frotas de submarinos ou instrumentos militares com tecnologia de ponta, para reforçar ainda mais suas capacidades de segurança militar na região. A instalação de 8 novos submarinos se iniciou na cidade portuária de Kaohsiung, previstos para realizar testes no mar a partir de 2025 (LENDON, 2020). Desde 2019, Taiwan adquire cerca de US$15 bilhões de equipamentos militares enviado pelo EUA (HARRIS, 2022). Incluindo dezenas de caças F-16, tanques M1A2T, misseis antiaéreos, Stinger portáteis etc. Isto é, uma forma dos EUA apoiarem militarmente Taiwan, contra as constantes ameaças chinesas.

Em 30 de maio de 2022, China realizou exercícios militares no espaço aéreo na ilha taiwanesa com 30 aeronaves, entre eles, 22 caças. E no dia seguinte, os EUA anunciaram um plano de cooperação entre a guarda nacional americana e as forças militares de Taiwan (DELGADO, 2022). A China alega que a ilha faz parte de seu território e que tem a soberania sobre a ilha. Por outro lado, Taiwan acusa Pequim de realizar testes propositais dentro de seu espaço aéreo. E Biden se mantém firme em seus discursos declarando que está disposto a responder militarmente na região em caso de invasão da China a Taiwan, manifestação que foi realizada em conjunto Fumio Kishida, primeiro-ministro japonês, na região metropolitana de Tóquio (LIPTAK e JUDD, 2022).

Embora a Casa Branca tenha rapidamente minimizado os comentários de Biden em não enviar soldados caso a China tente retomar Taiwan (COSTA, 2022), para Yeung, Gan e Jiang (2022), nenhum outro país está tão profundamente entrelaçado na disputa quanto os EUA, que tem uma história embaraçada com ambos os lados e a muito tempo trilhou um delicado caminho intermediário. O que faz com que cada vez mais a tensão se amplie entre os países.

Tian (2022) afirma que a China tem aumentado o seu gasto militar em 7,1%, ultrapassando o crescimento econômico mais lento, em torno de 5,5%, incluindo uma queda no vasto setor imobiliário do país e um consumo sem brilho. Isso mostra que o país pode estar se preparando para uma ação ofensiva militar contra Taiwan. E elevando sua capacidade militar, visto que os EUA apoiam militarmente a ilha. É difícil relatar se definitivamente terá um conflito em curto ou longo prazo. Mas, é fato que cada vez mais as tensões entre China, Estados Unidos e Taiwan, vem aumentando no governo do Joe Biden.

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Núcleo de Estudos e Negócios Asiáticos
Concentrando dois terços da população global, nele estão 3 dos 10 maiores PIBs do planeta: China, 2º; Japão, 3º; e Índia, 5º. De caráter multidisciplinar, o núcleo tem por objetivo difundir o conhecimento sobre a Ásia no Brasil, sobretudo na esfera acadêmica, empresarial e entre o público interessado.

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