ISSN 2674-8053

The impacts of the second wave of Coronavirus on the European economy

Authors Isabela Paez Halak e Natália Yuri Kitayama

Após a estagnação econômica devido à primeira onda do Coronavírus na Europa, the European economy resumed its growth slowly. Between July and September, the GDP of the countries of the European Union grew 12,1%. However, possible restrictions with the second wave of the virus predict a new recession.

According to a forecast made in November by the European Commission, eurozone GDP will decline by 7,8% this year and the recovery in 2021 will be slow, with growth of 4,2%, which demonstrates a decrease in 1,9% compared to the July estimate.

These figures are the result of the new restrictive measures adopted by Europeans. The Germany, the largest economy in the European Union, imposed a lockdown that closed bars, restaurants, cinemas, teatros e academias, enquanto a França proibiu o funcionamento dos serviços não essenciais, a não ser por escolas e fábricas. Essas precauções afetam negativamente o comércio em geral. Um exemplo são as lojas, que estarão fechadas durante o fim do ano, período em que mais vendem devido às datas comemorativas. Yet, as pessoas não deixaram de comprar nessa época, elas estão adquirindo produtos em lojas online. That is, o mercado dos pequenos varejos foi tomado pelas grandes empresas, como a Amazon, que trabalham com e-commerce.

Os mais afetados pela recessão foram os jovens. This because, generally, essa faixa etária trabalha com vendas, turismo e hospitalidade, setores comprometidos pelas novas restrições. De acordo com o Eurostat, o número de desempregados com menos de 25 anos voltou a crescer em 2020, após anos de diminuição.

                A Comissão Europeia afirmou que as medidas contra a doença impactaram quatro vezes mais a economia que a crise de 2008, mesmo que esses efeitos sejam diferentes para cada país, assim como a recuperação. Thereby, a projeção do executivo europeu aponta que a dívida pública da zona do euro será de 101,7% do PIB, número que permanecerá alto em, at least, dois anos, quando há indícios de que a economia europeia retornará ao normal.

Gráfico da CNBC

Bibliographic references

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