Vietnam

E la nave va… retorno ao mundo bipolar?
Ásia, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Myanmar, Singapura, Tailândia, Vietnam

E la nave va… retorno ao mundo bipolar?

Após oito anos de negociações, e por vídeo-conferência em razão da pandemia da COVID-19, treze países da Ásia e dois da Oceania firmaram, no dia 15 deste mês de novembro, a “Parceria Regional Econômica Abrangente”/RCEP. Por ela se comprometeram a alavancar as relações de livre-comércio na região da Ásia-Pacífico. O documento, que uniu os dez países–membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático/ASEAN- Indonésia, Malásia, Filipinas, Brunei, Camboja, Singapura, Laos, Myanmar, Tailândia e Vietnã - e os cinco parceiros da Área de Livre Comércio (ALC) da associação – China, Japão, Austrália, Nova Zelândia e Coreia do Sul – prevê a redução de tarifas e a abertura do comércio de serviços em todo o bloco. A Índia, que participou das negociações, decidiu não aderir nesta etapa pelas c...
Autoritarismo: a faca de dois gumes do Sudeste Asiático
Ásia, Bangladesh, Brunei, Camboja, China, Filipinas, Indonésia, Japão, Laos, Malásia, Myanmar, Singapura, Tailândia, Vietnam

Autoritarismo: a faca de dois gumes do Sudeste Asiático

PAD Demonstration. Sukhumvit Road. Bangkok. 20th October 2008. A palavra diversidade pode definir o Sudeste Asiático. São tantos dialetos, etnias, povos e religiões em apenas 4.100.000 km², que se torna consenso a singularidade da região e de todo o subcontinente. A China de Mao Zedong, é um padrão que se repete atualmente no Sudeste Asiático, quando o governo autoritário deu os primeiros passos para erradicar a miséria e homogeneizar a população criando os esteios da China contemporânea. O processo foi impulsionado por Deng Xiaoping, em 1979, ao iniciar o a abertura do país para o mundo. Como um espelho, o sudeste asiático, marcado por países tão culturalmente diferentes vem convergindo em um padrão intrigante: democracias frágeis, governos autoritários e o desenvolvimento geral da...
O  Vietnã e o novo coronavírus
Ásia, Vietnam

O Vietnã e o novo coronavírus

O Vietnã apresentava diversos fatores que poderiam levar o coronavírus a uma crise de saúde pública, a começar pela extensa fronteira com a China, primeiro epicentro da pandemia, uma alta densidade populacional com baixa renda per capita e um sistema saúde precário. Entretanto, o país chamou a atenção da mídia internacional pela maestria que vem controlando o número de casos e principalmente, o número de mortos pela doença. Os primeiros casos no país ocorreram no final de janeiro, vindos dos países vizinhos. Logo, o governo interrompeu os voos vindos da China, Hong Kong e Taiwan e pouco tempo depois fechou todas as fronteiras. A medida rápida e precisa foi essencial para o sucesso do controle contra o vírus. O sistema de saúde frágil não permitiria que fossem comprados um grande nú...