ISSN 2674-8053

Américas

E la nave va…
China, Estados Unidos

E la nave va…

A "quebra de braços" comercial entre chineses e americanos terá como um dos principais resultados a aceleração das pesquisas e investimentos que os chineses estão realizando para catapultar a República Popular a um patamar superior na esfera de alta tecnologia, em nível mundial. (mais…)
A guerra comercial e a pós-Modernidade
China, Estados Unidos

A guerra comercial e a pós-Modernidade

O acirramento da disputa comercial EUA X RPC toma contornos mais temerários com o anúncio de tarifas que o governo de Washington irá impor às importações de produtos procedentes da China, no valor aproximado de US$ 50 bilhões. Aguardam-se as retaliações de Pequim... (mais…)
Os brasileiros e a Jihad
Américas, Brasil

Os brasileiros e a Jihad

A matéria "MPF acusa 11 brasileiros de promover Estado Islâmico" que o Jornal do Brasil replica do Estadão de hoje, de autoria de Tulio Kruse, levanta um tema sobre o qual nós pouco nos debruçamos até agora. (mais…)
A energia, o Brasil, a China… e o planeta
Américas, Brasil, China

A energia, o Brasil, a China… e o planeta

A notícia de que a empresa estatal chinesa "State Power Investment Corporation Overseas - Pacific Hydro" / Spíc venceu o leilão da usina hidrelétrica de São Simão, que fica na fronteira de Goiás e Minas Gerais, confirma o crescente interesse dos chineses pelo nosso setor de energia. Por esta transação ela pagou US$ 2,25 bilhões, e já anunciou que planeja continuar investindo igualmente nas áreas de energia eólica e solar. (mais…)
Jornalismo de Guerra, a arma silenciosa do Imperialismo
Américas, Europa

Jornalismo de Guerra, a arma silenciosa do Imperialismo

Com o avanço da internet no campo da conectividade pessoal, a fabricação de notícias falsas ganhou corpo, principalmente as que têm um caráter político-militar. Assim, a sanha do imperialismo em conquistar novos mercados passou a utilizar um jornalismo ficcional, mas com toda a roupagem de realista para a produção de “notícias” que possam beneficiar os países centrais no seu intuito de dominar outros povos. Esse projeto que hoje é tratado como mais um meio militar de ação tem sido denominado como “jornalismo de guerra”. (mais…)
Antes tarde…
Ásia, Brasil

Antes tarde…

A notícia segundo a qual o Itamaraty parece estar finalmente olhando para a Ásia com maior interesse merece todo o apoio. Ainda que tardia, esta aproximação não é somente necessária, mas imprescindível.Já perdemos muito tempo assistindo passivamente - enclausurados e alienados - a transferência do eixo geoeconômico (e geopolítico ?) para a região do Pacífico. Com a aceleração deste processo e o paulatino distanciamento dos "grandes heróis do século XX" - leia-se EUA e Europa Central - da liderança mundial, temos de criar ímpeto - e coragem (?) - para enfrentarmos um universo que desconhecemos quase que inteiramente. Mas não podemos nos dar ao luxo de postergarmos mais este processo. (mais…)
Base de Alcântara e a autonomia tecnológica brasileira
Américas, Brasil, Estados Unidos, Ucrânia

Base de Alcântara e a autonomia tecnológica brasileira

Há quase 20 anos Brasil e Ucrânia iniciaram (com o Acordo-Quadro sobre a Cooperação de Usos Pacíficos do Espaço Exterior, 1999) uma aproximação para um projeto que parecia bom para ambos: o lançamento de um satélite ucraniano usando-se a base de Alcântara. A partir desta aproximação, criaram a empresa binacional Alcântara Cyclone Space (ACS). Em 2003 finalmente a empresa foi criada diante de um aporte aproximado de R$ 480 milhões por parte do governo brasileiro. (mais…)
A cooperação Russo-Chinesa e seu Impacto para o Brasil e o Cenário Internacional
Américas, Brasil, China, Rússia

A cooperação Russo-Chinesa e seu Impacto para o Brasil e o Cenário Internacional

O sistema político-econômico mundial está sofrendo mudanças significativas, à medida que novos atores emergentes, além de antigos que estão retomando a sua presença política no cenário internacional, estão redesenhando mais uma vez a estrutura deste sistema, criando outros polos de poder. No início do século XXI, a China, depois de algumas décadas de reformas econômicas internas, apoiada em sua estabilidade política doméstica, tornou-se o foco dessa importante mudança e parece estar objetivamente inclinada a promover um novo centro econômico mundial alternativo na Ásia. Para alcançar este objetivo principal uma iniciativa diplomática, política e econômica é extremamente importante para financiar a Nova Rota da Seda, além de fomentar uma ampla colaboração entre os países que compõe a Organi...